sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

CAL "DINHO" VERDE


Reparando bem a minha familia realmente até que tem certos dotes culinários.

DESCUBRA O WALLY
A minha irmã caçula (das mulheres)  é a Rainha dos salgadinhos e realmente os salgadinhos são um espetáculo. 

A irmã do meio adora fazer comida pesada tipo mocotó, dobradinha e outras coisas mais que ajudam a curar uma boa ressaca (e não é por mal não é uma delicia,talvez seja por causa das cervejas que ela toma). 

E a outra irmã beeeeeeeem mais velha do que eu (olha essa é que cozinha mais), ela é rainha da comida congelada, como gosta de comprar comida congelada e servir pra gente , agora entendo por que sua cozinha é um luxo só.

Agora meu irmão caçula, tchutchuco do papai, coisa fofinha, (é só olhar na foto ao lado)Leandro ou melhor "Dinho"  é o Rei do caldo verde, mas não pense que ele gostava de cozinhar nãoooo!!!!!, ele foi praticamente forçado por que senão morreria de fome.

Ele pequeno
Teve uma época quando moravamos em São Paulo, ele foi morar comigo. 
Boyzão, garotão sarado, filhinho de papai (só do papai) não gostava de fazer nada, aliás!!!, gostava sim!!!, adorava sair com meu carro pra namorar, isto ele fazia bem, ohhh!!! se fazia. Até que ele se viu sozinho em minha casa e com fome.

O moleque me liga em pleno trânsito louco de Sampa e fala o que tem pra comer??? ah!!!! que bonitinho não é mesmo, sabe qual foi minha resposta: se vira mano (eu já tava com sotaque de paulista), faz o arroz que estou com fome, ele me respondeu: mas eu não sei fazer!!!!!

Não é que ensinei o moleque a fazer arroz, falando no celular e no trânsito!!!( ainda bem que naquela época ão tinha multas)!!!.

Cresceu e virou isso
Quando cheguei em casa me deparei com o arroz pronto, mas aquele arroz que nem cachorro come, e não comia mesmo, acho que ele entendeu que iamos fazer comida japonesa, o arroz empapado sô!!!.

Bom, tudo isto para contar que depois deste episódio, ele teve que se virar, e o danado foi melhorando(pelo menos em minha casa) e começou a testar coisas na cozinha, um dia era ovo frito, outro dia ovo frito, no outro também ovo frito, só que este carregado no sal.

Ainda por cima é sofredor
Mas para minha surpresa, eis que um dia cheguei em casa e ele estava com um caldo verde pronto, nossa que delicia, eu até hoje não sei se era fome ou se estava bom mesmo, só sei que no final o safado pegou o meu carro pra sair com uma garota e ainda por cima com tanque cheio. É irmão caçula tem dessas coisas. Será que ele me engabelou???


Couve Galega
O caldo verde é uma sopa de couve galega, (aqui feita com couve manteiga)tipicamente do norte de Portugal continental, mas muito divulgada por todo o país - é provavelmente a mais famosa sopa portuguesa. É uma sopa geralmente espessa e de cor predominantemente verde, uma vez que é feita com couve cortada às tiras bastante finas. aqui no Brasil dependendo da região sofre algumas modificações.









Para uma degustação típica minhota a sopa é servida em tigelas de barro, regada com um fio de azeite, acompanhada das rodelas de chouriço e uma fatia de broa de milho( No Brasil , se bobear é servido com cerveja mesmo). Devido à sua simplicidade e leveza come-se no início da refeição ou numa ceia tardia.



É costume consumir caldo-verde depois da meia-noite, e em plena madrugada nas festas de passagem de ano

Nas festividades dos santos populares, o caldo-verde também é um dos pratos obrigatórios
A par com a canja de galinha, a sopa de caldo-verde é das sopas tipicamente portuguesas mais fáceis de preparar e das mais populares.


Segue o meu Caldo Verde e não a receita do meu irmão, tenho certeza de que ele vai mandar para ser postado aqui.


CALDO VERDE
Ingredientes

1 colher (sopa) de azeite
1 cebola pequena picadinha
1 dente de alho picadinho
2 batatas médias

1 tablete de caldo de galinha
1 colher ( sopa ) rasa de sal ou a gosto
5 xícaras (chá) de água

1 xícara (chá) de couve manteiga cortada em tiras
1 lingüiça portuguesa(ou choriço de carne) defumada cortada em rodelas

Modo de Preparo
Na panela de pressão e em fogo médio doure no azeite a cebola e o alho, coloque a batata, caldo de galinha, óleo, água e sal. Cozinhe por cerca de 10 minutos, começar a contar o tempo depois que a panela começar a chiar, até a batata desmanchar. Em seguida, bata tudo no liquidificador.

Acrescente as rodelas de linguiça portuguesa ( ou choriço de carne) e ferva por uns 5 minutos. Desligue o fogo e adicione a couve manteiga
Na hora de servir, coloque um fio de azeite ou croutons


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

CHEFE MARCIO MOREIRA - CHURRASCO MAIS VOCÊ

Mais uma para recordar olha eu ajudando no churrasco do Mais Você



PIPOCA QUEREMOS PIPOCA

Ontem fui ao cinema levar a minha filha para assistir um filme, quarta feira o cinema aqui sempre é mais barato e acredito que no Brasil inteiro, o que diga minha irmã que mora em Santos, toda quarta-feira ela bate cartão religiosamente.


A primeira coisa que minha filha me perguntou se iriamos comprar pipoca. Eu queria saber o que eles fazem para aquela pipoca cheirar tanto e impregnar o nosso cerebro para fazer a gente comprar. Acho que eles devem colocar alguma essência de manteiga, bacon ou sei lá,  só sei que é bom, ou se é!!!!!!





Só o preço que é salgadinho né???? eu não sei como eles fazem o custo para aquilo ser tão caro. Acho uma afronta, mais fazer o quê, faz parte. Então vamos nós, hu huu , viva a Pipoca!!!

Diferente dos filmes do walt Disney o milho não é aquele em que vemos o Pateta colhendo no milharau e colocando no fogo para estourar, bem que podia ser assim né.





É muito provável que a pipoca tenha origem na América, anos antes de Cristóvão Colombo ter chegado por aqui. Mas o grão também era cultivado na China, Sumatra e Índia. O mais antigo registro data de mais de 5.600 anos, graças a um fóssil achado na cidade de Cueva de Murciélagos, no centro-oeste do Novo México.


Alguns relatos contam que o milho de pipoca era parte essencial de cerimônias astecas do início do século XVI. Dizem que muitas jovens praticavam a dança de adoração ao milho e enfeitavam suas cabeças com guirlandas confeccionadas com o grão, que também era o principal alimento desse povo. Além disso, servia como decoração para penachos, colares e adornos das imagens de seus deuses, como o da chuva e o da fertilidade. Outros documentos da época falam de uma cerimônia para os deuses astecas, protetor dos pescadores, na qual o milho aquecido estourava, transformando-se numa flor branca que era oferecida ao deus da água.


Os primeiros europeus que chegaram ao continente americano não conheciam a pipoca e a descreveram como um salgado à base de milho usado pelos índios, tanto como alimento quanto como enfeite de cabelo. Sementes de milho usadas para fazer pipoca foram encontradas por arqueólogos não só no Peru, como também no atual Estado de Utah, nos Estados Unidos, o que sugere que ela fazia parte da alimentação de vários povos americanos.


Sabe-se, porém, que inicialmente os índios preparavam a pipoca com a espiga inteira sobre o fogo. Depois, passaram a colocar somente os grãos sobre as brasas, até inventarem outro método: cozinhar o milho numa panela de barro com areia quente.


Outros tesouros encontrados por arqueólogos confirmam a existência do milho para pipoca no passado. São eles: utensílios para cozinhar pipocas que datam das culturas pré-incas, no Peru; uma urna funerária datada do ano 300, da época antediluviana, no México; e uma gravação de um deus do milho com um penacho decorado com milho de pipoca. Em resumo, as investigações têm provado que os antecessores da maioria das tribos norte-americanas desfrutavam do milho de pipoca antes do nascimento de Cristo.


O que se conclui realmente é que o primeiro uso do milho cultivado foi mesmo para fazer pipoca. Oba!

Mas foi somente em meados de 1800, quando o uso do arado se tornou comum, que a semeadura do grão, por conseqüência, cresceu também nos Estados Unidos.

Já durante a época da Depressão nos Estados Unidos, o consumo de pipoca aumentou, pois o único luxo das famílias era, de vez em quando, comprar pipocas por cinco ou dez centavos de dólar cada pacote. Enquanto outros negócios fracassavam, o milho para pipoca ia para frente.


Durante a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, como o açúcar era escasso para fazer doces, o consumo de pipoca pelos norte-americanos aumentou três vezes, já que o grão era mais acessível. No entanto, no início dos anos 50, quando a televisão chegou às casas americanas, o consumo de pipoca diminuiu. As pessoas deixaram de ir ao cinema e, por conseqüência, comiam menos pipoca. Mas isso não durou muito tempo, logo descobriram que comer pipoca assistindo à TV também era uma deliciosa diversão! Hoje cerca de 70% das pipocas compradas são consumidas em casa.




Atualmente, o milho de pipoca é considerado um dos alimentos favoritos dos americanos e de todo o mundo



O milho utilizado para preparar a pipoca vem de um tipo especial de espiga. Seu nome científico é Zea mays L., que tem como principal característica os grãos pequenos, contendo amido duro ou cristalino, com propriedade de estourar quando submetidos ao aquecimento, originando a pipoca.


Já a palavra pipoca vem do tupi e quer dizer milho estourado. Trata-se de uma contração de abati-pipoca, em que abati é justamente o milho.


O milho de pipoca é semeado em vários países, mas o grande produtor mundial são os Estados Unidos, onde também esta localizada a cidade que mais consome pipoca, Dallas. O Brasil também é um grande produtor, com a comercialização de milho para panela e milho para micro-ondas.


A única diferença entre o milho de panela e o de micro-ondas é o tamanho. As embalagens para forno de micro-ondas contêm grãos um pouco maiores, para que estourem com mais facilidade. Tanto um quanto o outro são constituídos por três elementos: o amido e a água, na parte de dentro; e a casca dura, externa.


Dentro de cada grão de pipoca existe uma pequena quantidade de água, cercada por uma pequena camada macia. Ao colocar o milho de pipoca na panela com óleo quente ou no micro-ondas, a umidade de dentro reage, transformando-se em vapor d’água, o que aumenta a pressão interna da semente. A casca não agüenta essa pressão e estoura. Ao estourar, o amido que fica dentro do milho se expande em pequenas bolhas de cor branca, que ficam grudadas na casca.


Aposto que você achava que o processo era outro. Então, por que não faz um teste? Tente fazer o seguinte: fure a casca do milho da pipoca e tente estourá-la. Não vai acontecer nada, porque não haverá pressão interna, uma vez que a umidade interna, que é o que se transforma em vapor, sairá pelo furo.




A pipoca de micro-ondas é muito consumida, em função da facilidade de preparo, além da qualidade e da variedade de sabores encontrados, desde o natural, doce e salgada, canela, chocolate, manteiga light, queijo, bacon etc.

Mas a pipoca de micro-ondas representou um impulso para a Ciência e um marco na História. Em 1945, o norte-americano Percy Spencer descobriu que um grão de pipoca, colocado sob a energia de micro-ondas, estourava. Isso o levou a repetir a experiência com outros alimentos, dando origem ao desenvolvimento do forno de micro-ondas. Ou seja, o primeiro produto testado para a utilização em micro-ondas foi a pipoca.


Dentro do forno, as micro-ondas aquecem a água contida no grão até a temperatura de estouro. Assim, se o equipamento distribuir as ondas de forma homogênea, tem-se um produto de excelente qualidade. Que descoberta brilhante!

Assista este video da pipoca estourando , é o máximo







CURIOSIDADES SOBRE O MILHO

•O grão de milho que não estoura é chamado de piruá ou mururu.

•Cada grão de pipoca tem que ter pelo menos de 13,5% a 14% de umidade para estourar. Senão, vira piruá (não estoura).

•A melhor maneira de guardar o milho é em um lugar fresco, em potes de plástico ou vidro bem fechados, para que o ar não possa entrar. Assim, o milho não perde sua umidade natural. Algumas pessoas pensam que, se guardarem os grãos no refrigerador, isso vai mantê-los úmidos, mas não é verdade. Eles podem secar.

•Você sabe como salvar os piruás? Pois é, aquele milho que não estoura e fica no fundo da panela pode ser salvo. Como é a água que existe dentro deles que os fazem estourar, nada mais justo que hidratá-los. Para isso, coloque os grãos em uma jarra e umedeça com uma colher de água, mexendo a cada 5 ou 10 minutos, para que os grãos absorvam a água. Se você achar que eles absorveram muito rápido, acrescente um pouco mais e misture até que toda a água tenha sido absorvida. Depois, deixe descansando por dois ou três dias. Logo após, pode levá-los para a panela, que eles irão estourar.

•Existem várias cores de grãos de pipoca, que vão desde o branco pálido até o ouro, roxo, negro e muitos outros.


•Nos Estados Unidos, as vendas de pipoca ultrapassam a casa dos US$ 240 milhões por ano. (Fonte: http://www.popcorn.org/)

•O lugar onde mais se come pipoca é nos Estados Unidos, em Dallas.


Agora, não se deixe influenciar por este post de hoje, guarde seu dinheirinho e vá no cinema na segunda ou quarta-feira é mais barato.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

SOFRER POR QUÊ? USE O BATEDOR DE ARAME.



Hoje fui fazer um bolo e não queria ligar a batedeira, estava com pique e perguntei pelo Fouet para a secretária da minha esposa ( é claro que eu não tenho secretária, até por que aqui em casa eu sou o cozinheiro) e ela me endagou: - Seu Marcio que raio é isso?? (com um delicioso sotaque cearense).








É claro que ela não tem culpa de não saber o que é até mostrar para ela o que era.


Ela prontamente me respondeu: ah!!! Por que não me disse antes que era este batedor de arame.



Em seguida fiz uma retrospectiva na cabeça e lembrei de um outro batedor de arame que minha mãe tinha, antigooo!!! que ela adorava preparar omeletes.Mas muitas das vezes via a minha mãe bater clara em neve com o garfo, hoje poucos fazem isto., Alguém se lembra deste batedor??? ainda existe no mercado pra vender???





Será que este utensilio sofreu alguma evolução? e esta evolução foi para o fouet???




Só sei que este utensilio é um coringa numa cozinha, serve para não só bater claras em neve , mas como também molhos, e massas leves tipo a de panqueca, ele é formado por vários arames fortes curvados em forma de gota e presos a uma pega. Existem destes utensilios de plásticos, que não recomendo pois quebram rapidamente, e existem uns forrados com silicone que são apropriados para serem usados em panelas de t-fal





Dizem que este utensilio caiu em desuso depois da invenção da batedeira, eu descordo plenamente, pois eu, não conheço um só chefe de cozinha que não tem um na sua maleta e hoje várias lojas de cozinha vendem este utensilio.

Os chefes chamam de FOUET, as donas de casa chamam de BATEDOR DE ARAME, em Portugal é conhecido como VARINHA MÁGICA, outros os chamam de BATEDOR DE CLARAS. Mas o que importa é não deixar de ter um na cozinha.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

AS COISAS SIMPLES DA VIDA

Este sou eu, acreditem!!!



Convivo com a gastronomia já tem pelo menos seus 20 anos, claro gente, comecei bebê, dá licença!!! e o que me chama atenção até a data de hoje são as coisas simples do nosso dia-a-dia em que podemos relembrar da nossa infância e dos bons momentos.

Tem coisa melhor que acordar e ter uma mesa de café com aquele pãozinho fresquinho e quentinho?? ou aquele bife dourado acebolado que a minha mãe fazia maravilhosamente e que até hoje faz.
E o feijão com o caldo grosso bem temperado que impregnava toda a casa com aquele cheirinho de alho dourando na frigideira.






Eu e meus irmãos


Sou de familia grande e  se tem uma coisa que eu lembro de mais é que em alguns finais de semana, minha mãe preparava o pudim de leite e tinhamos que dividir sem ter o direito de repetir. Eu e os meus irmãos ficavamos hora só lambendo a colher para que aquele momento prazeiroso jamais terminasse. É claro como caçula eles davam um jeito de me engabelar e comer o meu pudim.














Acho que foi assim que a vontade de cozinhar nasceu.
Com a vontade de descobrir como o simples é dificil.

É como hoje fazer farofada na praia, é simples mais é dificilll.




Quase todo mundo sabe fazer um arroz, mas nem todo mundo sabe fazer um bom arroz, ou um bom feijão ou até mesmo fazer um bom café.





Porque cozinhar não pode ser obrigação e sim prazer. Toda vez que alguém vai pra cozinha estará colocando um pouco dos seus sentimentos, da sua alma e o alimento precisa estar vivo para fazer o bem para o seu corpo..







O alimento sente a energia captada pelas mãos e o resultado pode ser positivo ou negativo. E pode ser o melhor chefe de cozinha do mundo , se sua energia não estiver boa, com certeza a sua preparação não estará também.

Por isso observe o seu dia-a-dia e veja se é isto mesmo que você quer da sua vida, ainda dá tempo de mudar.
nunca é tarde pra recomeçar.

Bom dia.


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

GOSTO SIM, E COM MUITO GOSTO



Já se perguntaram quantos chefes de cozinha existem no mercado???
Ainda não fiz esta pesquisa, mas com certeza farei.








Mas existem chefes e CHEFES, se é que vocês me entendem. E falar de CHEFES que fazem a diferença no mercado é muito bom e principalmente quando os conhecemos pessoalmente e quando comprovamos o quão talentosos são, e sem deixar a humildade.E isso é o que vale da nossa profissão e o que vale da vida. 











Por isso é que não posso deixar de falar deste talento e por que não desta mulher guerreira, que faz a diferença nesta profissão que é tão concorrida.








Seu restaurante é parada obrigatória para quem visita Visconde de Mauá aqui no estado do Rio de Janeiro, estou falando de Mônica Rangel que comanda, há nove anos, o simpático Restaurante Gosto com Gosto. Identificada com as idéias do grande chef Joël Robuchon, elabora uma cozinha mineira contemporânea. E organiza um dos maiores concursos gastronômicos do Brasil  que tem como tema o pinhão.



Visconde de Mauá é um distrito do município de Resende, no estado do Rio de Janeiro,de forma mais ampla, o nome Visconde de Mauá é atribuído ao conjunto das vilas de Mauá, Maringá e Maromba e seus diversos vales, como o Vale das Cruzes, Alcantilado, Pavão e Grama. A região compreende parte dos municípios de Resende e Itatiaia, no estado do Rio, e Bocaina de Minas no estado mineiro. As vilas ficam, em média, a 40 quilômetros das sedes desses municípios.


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Visconde de Mauá tem cerca de seis mil habitantes. A principal atividade econômica da região é o turismo, com mais de 100 estabelecimentos de hospedagem e dezenas de restaurantes, alguns especializados em trutas e receitas à base de pinhão.


Essa região se localiza em área de preservação ambiental, na serra da Mantiqueira, a 1200 metros de altitude. Os visitantes são atraídos pelas belezas naturais das cachoeiras e vales.


Em 28 de Dezembro 2009 o Governo do Estado do Rio de Janeiro assinou o contrato de R$ 49 milhões para converter a RJ-163, a estrada de acesso a Visconde de Mauá, e a RJ-151 (que beira o Rio preto na região de Mauá) na primeira Estrada Parque do Estado do Rio de Janeiro.

Esta obra é motivo de polêmica entre os moradores locais, pois uns acham que o progresso irá tirar a calma da cidade e para outros o progresso irá trazer mais renda e mais turismo, uma vez que realmente a estrada é muito ruim.

Esta estrada é prevista a acabar ainda em 2010. A estrada parque observa rigorosamente conceitos ecológicos, tais como “zoopassagens” subterrâneos (um funil formado por suportes metálicos e telas plásticas, com 60 cm de altura, para orientar os animais para a travessia segura), "zoopassagens” aéreas (projetadas para permitir o fluxo de animais que se movimentam pelas árvores), velocidade máxima de 40 km/h, asfalto de baixo ruido, conforme descrito no video sobre estrada parque. A ideia é transformar a região em um dos principais polos de turismo sustentável do país. O projeto do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur) deve ser concluído até o fim de 2010.




Mônica já levou a gastronomia brasileira para Alemanha, Portugal e Espanha, sempre com o maior capricho e profissionalismo e ultimamnete vem coordenando o Cruzeiro Gourmet que leva chefes de renome para o sucesso do evento.

O mercado perdeu uma grande secretária executiva bilingue e nós ganhamos uma excelente cozinheira com talento para dar e vender, seu restarante mantém 2 estrelas do Guia Michelan do Guia 4 rodas e é considerado uns dos melhores restaurante de cozinha mineira do Brasil.






Mônica é casada com Cláudio, que é um mestre Cachacieur e juntos abrilhantam o "Gosto com Gosto" que é a junção do ótimo paladar dos pratos com decoração de muito bom gosto.A orgia  gastronomica pode começar com as maravilhosas linguiças de porco, cordeiro, frango e javali, claro que todas feitas no seu próprio restaurante.






E o que falar das polentas, do tutu mineiro, da galinha caipira, dos escondidinhos, do feijão tropeiro, do mexidão e por que não do nosso simples feijão com arroz. Tudo isto acompanhado de uma boa cachaça.

- Eiiiiiiiitaaaaa!!!!! Cláudio!!!!, assim eu me acabo....Ah!!! mas não podemos esquecer dos doces hein!!!, que são todos feitos em tacho de cobre. "Afe"!!!! , acho que me deu uma fominha.....
E aí não deu vontade de fazer uma visitinha a esta região?????, quem quiser minha companhia é só me chamar.


sexta-feira, 26 de novembro de 2010

VISITA A EUROPAIN ( Feira de Chocolate na França)



Este ano visitei a Europain , uma das maiores feiras do segmento. Acompanhei a turma feita pelos melhores chefes do Brasil que é a minha linda Renata Arassiro, Rafael Barros e um chefe que não me canso de elogiar o meu amigo Rogério Shimura.
Dá uma olhadinha na matéria que foi exibida na Globo pelo Mais Você.


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SPAGUETE - A MAIS POPULAR DAS MASSAS


O Espaguete é talvez a massa mais popular de todas. O nome é o aportuguesamento da palavra italiana spaghetti que por sua vez, é um diminutivo de spago, que quer dizer corda.



A origem do espaguete tem diversas teorias, inclusive que tenha sido trazido à Itália da China por Marco Polo. Foi uma das primeiras massas que puderam ser desidratadas para posterior consumo e, provavelmente, isso fez do espaguete uma das massas mais utilizadas na cozinha.






Na Itália costuma-se prepará-lo mais "al dente", ou seja, cozido ao ponto de ter que ser partido pelos dentes, enquanto outros preferem a massa mais cozida. Como a massa é cozida não importa muito, o interessante é que seja do jeito que você goste e que ela vá bem com todos os molhos possíveis.

A receita mais conhecida aqui no Brasil é a o Espaguetti à Bolonhesa , mas um dos molhos ao qual gosto muito para esta massa tem história um pouco picante, como você vai ver logo em seguida.


Acho que é por isso que me identifico tanto com este molho, será?????????






Estou falando do espaghetti à Putanesca que tem a origem incerta, estando sujeito a debate entre os peritos em culinária, mas sem dados conclusivos. No entanto, o próprio nome pode fornecer uma pista, "à moda das prostitutas".




Seria esta a Yvette??
Alguns cozinheiros pensam ser possível que uma prostituta chamada Yvette la Francese, que tinha um posto de comidas além do bordel, pode ter inventado este prato. Há outras versões que afirmam que o prato era feito com maccheroni e denominado A la Marinara, tendo mudado de nome depois da Segunda Guerra Mundial.


São dadas em conta várias as origens do molho, mas é provável que datam de meados do século XX. A referência impressa mais adiantada deste prato, como identificado pelo "Grande dizionario della lingua italiana", é a novela de Raffaele La Capria: "Ferito a Morte" datada de 1961, que se refere ao "spaghetti alla puttanesca come li fanno a Siracusa" (espaguete à puttanesca como feito em Siracusa).


De acordo com a união profissional de fabricantes italianos de pasta, o molho tornou-se popular nos anos 60.Credita-se a Don FIFO de Putton uma das variantes do molho alla putannesca, usando aliche e filé mignon.


Don FIFO de Putton era um famoso boemio, assíduo frequentador dos estabelecimentos de Yvette la Francese. Depois que esta faleceu, vitimada pela sífilis, ele adotou um de seus filhos, do qual suspeitava ser o pai. Este filho, de nome José Flávio, foi cozinheiro em uma das “mensas” de Don FIFO.


Ele aumentou em muito a renda de Don Fifo ao acrescentar um orégano especial ao molho, do qual, hoje, sabe-se, a origem ser boliviana. Don FIFO faleceu em decorrência da mesma doença venéria que acometera Yvette, aos 73 anos de idade, no cárcere, ao cumprir pena por violar com seus dedos pessoas embriagadas em Siracusa, Sicília. Seu lema era "una barretta nel culo sicuro più di dieci barrette nella pancia".


É claro que existem várias versões sobre esta receita e com o tempo e dependendo do local , muitos chefes foram modificando, eu particulamente gosto muito desta e vou postar aqui pra vocês.


Espaghetti a Putanesca


Ingredientes:
500 g de espaguete
½ xícara de alcaparras
50 g de azeitonas pretas sem caroço
½ xícara de salsinha picada
2 dentes de alho picados
4 colheres de sopa de azeite extravirgem
50 g de alici (filés de anchova em conserva)
½ kg de tomate sem pele e sementes
1 pimenta dedo-de-moça picada (se tirar as sementes o molho fica mais suave)
Sal


Modo de Preparo
Refogar o alho no azeite.Juntar o alici e misturar bem, formando uma massa.Colocar as alcaparras, azeitona e pimenta Refogar por 1 minuto.Adicionar os tomate, temperar com sal e cozinhar por ½ hora.
Acertar o tempero, juntar a salsinha e servir com espaguete cozido “al dente”, queijo parmesão e um fio de azeite.
Pronto! Agora, basta saborear esta delícia receita de Espaguete à putanesca.


A paixão por esta massa é tanta. Olhem quantas receitas com espaguetti que encontrei no site , clique no link e scolha asua receita preferida.

VÁRIAS RECEITAS COM ESPAGUETTI 

Bacalhau Italiano com Espaguete
Espaguete ao Funghi Porcini
Espaguete à Bolonhesa
Espaguete a Caçadora
Espaguete a Francesco Paolo
Espaguete a Humberto
Espaguete à Italiana
Espaguete à Luciana
Espaguete a Parmegiana
Espaguete a Salsa com Burro e Formaggio
Espaguete à Siciliano
Espaguete à Vôngoles
Espaguete al Frutti di Mare
Espaguete alla Puttanesca
Espaguete alla Rabiatta
Espaguete ao Brócolis
Espaguete ao Creme Carbonara
Espaguete ao Creme de Tinta de Lula
Espaguete ao Estragão
Espaguete ao Forno
Espaguete ao Gorgonzola
Espaguete ao Limão
Espaguete Ao Molho de Azeitona e Alcaparra
Espaguete ao Molho de Camarões
Espaguete ao Molho de Carne Moída com Requeijão
Espaguete ao Molho de Caviar
Espaguete ao Molho de Estrogonofe de Carne Moída
Espaguete ao Molho de Tomate com Manjericão
Espaguete ao Molho de Vegetais e Ervas
Espaguete ao Molho de Vôngole
Espaguete ao Molho Pesto Vegan
Espaguete ao Pesto
Espaguete ao Pesto de Rúcula
Espaguete ao Portobello
Espaguete ao Sugo
Espaguete ao Triplo Burro
Espaguete ao Vôngole
Espaguete aos 4 Queijos
Espaguete aos Cinco Funghis
Espaguete aos Frutos do Mar
Espaguete assado com presunto
Espaguete Carbonara
Espaguete Carreteiro
Espaguete com Mariscos e Lulas
Espaguete com Abobrinha
Espaguete com Abobrinha e Camarão
Espaguete com Açafrão
Espaguete com Alcatra ao Molho de Alcachofra
Espaguete com Almôndegas
Espaguete com Anchovas
Espaguete com Aspargos
Espaguete com Atum, Alcaparra e Ervilha
Espaguete com Bacon
Espaguete com Brócolis
Espaguete com Brócolis do Chef
Espaguete com Brócolis e Couve flor
Espaguete com Brócolis e Salmão
Espaguete com Calabresa
Espaguete com Camarão
Espaguete com Camarão e Lulas
Espaguete com Camarões
Espaguete com Carne
Espaguete com Carne-de-sol
Espaguete com Carne-Seca
Espaguete com Chuchu
Espaguete com Costelinha Suina
Espaguete com Ervilha
Espaguete com Escarola e Aliche
Espaguete com Escarola e Aliche
Espaguete com Espinafre
Espaguete com Filé Mignon
Espaguete com Frango
Espaguete com Frango Flambado no Whisky
Espaguete com Frutos do Mar
Espaguete com Frutos do Mar do Chef
Espaguete com Kani
Espaguete com Lingüiça
Espaguete com Lulas
Espaguete com Lulas à Provençal
Espaguete com Lulas ao Limão
Espaguete com Lulas e Brócolis
Espaguete com Lulas Refogadas
Espaguete com Molho à Bolonhesa ou Ragu Bolognese
Espaguete com Molho de Bacon e Linguiça
Espaguete com Molho de Agrião
Espaguete com Molho de Atum
Espaguete com molho de Bacon
Espaguete com Molho de Bacon e Queijo
Espaguete com Molho de Calabresa
Espaguete com Molho de Camarões
Espaguete com Molho de Carne e Abobrinha
Espaguete com Molho de Gorgonzola
Espaguete com Molho de Tomate
Espaguete com Mussarela de Búfala
Espaguete com Ostras
Espaguete com Ostras e Vodka
Espaguete com Palmito
Espaguete com Peito de Peru
Espaguete com Peixe
Espaguete com Peixe
Espaguete com Pernil Suíno
Espaguete com Picanha Defumada e Abobrinha
Espaguete com Polvo
Espaguete com Porpetas de Salmão
Espaguete com Porpetinhas de Calabresa
Espaguete com Presunto e Ovos
Espaguete com Queijo
Espaguete com Queijo Derretido
Espaguete com Ragu de Legumes
Espaguete com Rúcula
Espaguete com Salmão e Brócolis
Espaguete com Salsicha de Frango e Legumes
Espaguete com Sardinha
Espaguete com Shimeji e Lulas
Espaguete com Tender
Espaguete com Uvas Passas
Espaguete Cremoso com Bacon e Salsicha
Espaguete da Zia Vitoria
Espaguete de Camarão
Espaguete de Minutos
Espaguete Especial
Espaguete Faustino
Espaguete Gratinado
Espaguete Integral Mediterrâneo
Espaguete Jamil Aun
Espaguete Mediterrâneo de Camarões
Espaguete na Guitarra
Espaguete na Manteiga
Espaguete no Alumínio
Fritada de Espaguete
Menú do Mar - Espaguete com Molho de Camarão
Ninhos de Espaguete
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